O dilema de Byerley: ética e identidade na era da inteligência artificial

Autores

  • Thiago dos Santos Leonel
  • Thiago de Oliveira Borges
  • José Alves de Oliveira Junior
  • Edmilson de Souza

DOI:

https://doi.org/10.54899/dcs.v23i88.4858

Palavras-chave:

Ficção Científica, Inteligência Artificial, Semiótica

Resumo

Esta pesquisa investiga o conto Evidência, de Isaac Asimov, adotando a metodologia da semiótica greimasiana para perscrutar as implicações éticas e sociopolíticas da tecnologia, especialmente a inteligência artificial. Por intermédio do Percurso Gerativo de Sentido, destacam-se as oposições semânticas que fundamentam a narrativa, como a dualidade entre homem e máquina. Doravante as Leis da Robótica de Asimov e do conceito de Complexo de Frankenstein, discutiu-se os receios e preconceitos associados à inclusão de robôs na sociedade humana, particularmente, quando estes ocupam posições de poder. O trabalho procura refletir sobre o papel da ficção científica como um recurso didático e filosófico para discutir os impactos da tecnologia no cotidiano, apontando para necessidade de se levantar debates sobre inteligência artificial no contexto educacional. O uso da semiótica possibilitou uma leitura mais profunda das narrativas de ficção científica, concedendo subsídios para reflexões sobre a moralidade e a ética da tecnologia na sociedade.

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Publicado

05-03-2026

Como Citar

Leonel, T. dos S., Borges, T. de O., Oliveira Junior, J. A. de, & Souza, E. de. (2026). O dilema de Byerley: ética e identidade na era da inteligência artificial. Revista DCS, 23(88), e4858. https://doi.org/10.54899/dcs.v23i88.4858

Edição

Seção

Artigos