A correção entre o consumo de alimentos processados, especialmente ultraprocessados, com a obesidade e a hipertensão arterial em adultos: uma revisão integrativa
DOI:
https://doi.org/10.54899/dcs.v23i88.4819Palavras-chave:
Hipertensão, Obesidade, Alimentos Ultraprocessados, Consumo AlimentarResumo
Os alimentos ultraprocessados são formulações industriais com pouca ou nenhuma presença de alimentos do primeiro grupo e marcadas pelo uso de aditivos. Nessa perspectiva, teve-se como objetivo geral correlacionar o consumo de alimentos processados, especialmente ultraprocessados, com a obesidade e a hipertensão arterial em adultos, a partir de uma revisão integrativa. Além de descrever os componentes dos produtos ultraprocessados, explicar como isso pode levar a comer mais, ganhar peso e aumentar a pressão e apontar atitudes práticas, baseadas nas diretrizes, para reduzir o consumo desses produtos no dia a dia. Tratou-se de uma pesquisa bibliográfica do tipo revisão integrativa de literatura, com abordagem qualitativa e caráter descritivo. Para a coleta dos dados, foram utilizadas a SciELO, LILACS, PubMed/MEDLINE, com os descritores, na língua portuguesa e inglesa Hipertensão/Hypertension; Obesidade/Obesity; Alimentos Ultraprocessados/Ultra-processed Foods, com o operador booleano "AND". Os critérios de inclusão definidos para a seleção dos artigos foram: publicações nos idiomas português, inglês ou espanhol; artigos originais, e diretrizes de sociedades médicas e publicados nos últimos 10 anos, a fim de garantir a atualidade da análise. Selecionou-se 08 trabalhos para a pesquisa. A presente revisão integrativa evidenciou a forte correlação entre o consumo de alimentos ultraprocessados e a ocorrência de obesidade e hipertensão arterial em adultos. As evidências reunidas — tanto de natureza científica quanto institucional — indicam que o aumento da ingestão desses produtos está associado a maior densidade energética, excesso de sódio, açúcares e gorduras saturadas, além de efeitos metabólicos adversos que envolvem resistência à insulina, inflamação crônica e disfunção endotelial.
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Referências
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