PENTATEUCO DA AVALIAÇÃO: MODOS VITAIS, EPISTEMES, FUNDAMENTOS, MODELOS E TECNIAS NO ATO DE AVALIAR
DOI:
https://doi.org/10.54899/dcs.v22i81.3174Palavras-chave:
Avaliação, Avaliação Trágica ou Diferencial, Pentateuco da Avaliação, AvaliacionismoResumo
O presente artigo apresenta uma proposta de pentateuco da avaliação percorrendo os platôs da ontologia, da epistemologia, da teoria, da morfologia e da tecnia da avaliação. Parte da metodologia quadripolar estrutural de De Bruyne; Herman e De Schoutheete (1977), mas propõe uma aplicação do mesmo a partir da filosofia da diferença em Deleuze (2018b). Objetiva modos de superação da avaliação referenciada em valores (morais, meritórios, relativos ou utilitários) e propõe a avaliação trágica ou diferencial que privilegia a avaliação como ato vital, ato de amor à Vida imanente. Uma pedagogia da avaliação com as 6 (seis) perguntas da 5W1H é aplicada para demonstrar alguns dos conceitos dessa avaliação: o que? Quem? Onde? Como? Por que? E quando? A assertiva de uma Geografia da avaliação que parte de um saber avaliativo, promove processos que criam ou captam a diferença com a produção de conceitos irruptivos pela avaliação que deixa de ser um conceito racional e passa a ser um conceito relacional a partir da composição de potência, vontade de avaliar e forças avaliativas que constituem os viventes engajados em uma avaliação. Finaliza com um projeto futuro de imanentização da avaliação, ou seja, adotar o ato de avaliar como um ato vital e imanente, fazendo a avaliação trágica penetrar a avaliação dogmática, como uma resistência violenta em uma luta pela Vida imanente.
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