INOVAÇÃO ABERTA COMO VANTAGEM COMPETITIVA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA DO CONTEXTO BRASILEIRO
DOI:
https://doi.org/10.54899/dcs.v22i83.3599Palavras-chave:
Inovação Aberta, Vantagem Competitiva, Transferência Tecnológica, Organizações BrasileirasResumo
A inovação aberta, conforme Chesbrough, refere-se ao uso de conhecimentos internos e externos para acelerar a inovação e expandir mercados. O presente artigo teve como objetivo analisar como as práticas de inovação aberta geraram vantagem competitiva para organizações no contexto brasileiro. A pesquisa foi conduzida por meio de uma revisão bibliográfica, e a análise dos dados utilizou a técnica de análise de conteúdo, conforme proposta por Bardin (2016), a qual permitiu identificar categorias temáticas a partir de códigos recorrentes. A pesquisa foi realizada na base Periódicos Capes e após aplicação dos critérios de inclusão e exclusão foram utilizados 15 artigos para apresentação dos resultados. Os resultados demonstraram que a integração de conhecimentos favoreceu ganhos em agilidade, redução de custos, desenvolvimento de novos produtos e adaptação ao mercado. Empresas brasileiras dos setores do agronegócio, cosméticos e automotivo adotaram práticas como parcerias com universidades, transferência tecnológica e uso de plataformas digitais. Apesar dos avanços, barreiras culturais e estruturais ainda limitaram a adoção plena do modelo. Concluiu-se que a inovação aberta é uma estratégia viável para gerar vantagem competitiva, desde que as organizações estejam preparadas para enfrentar desafios e investir em ambientes colaborativos.
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